Arte da capa e ilustrações de Edgar Franco,

acadêmico da Alami

 

 

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Apresentação

 

 

         "Há 204 anos uma nave interestelar aterrissa em nosso planeta e os extraterrestres constroem no subsolo um imenso laboratório, equipado com máquinas e computadores de tecnologia superavançada. A missão deles é encontrar na Terra um meio de salvar Cetro, o seu planeta de origem, ameaçado de extinção.  Quando  eles  retornam  carregados de esperança e com a nave-mãe carregada  de  muito oxigênio para salvar Cetro, somente um super-robô, o principal responsável pelo sucesso da missão, é deixado no laboratório. No ano de 2010, um humano, dilacerado pela dor por ter perdido a família em um vendaval, andando sem rumo, encontra, por um acaso, o laboratório dos cetronianos. O robô cetroniano se torna seu amigo e lhe promete que também salvará a Terra da catástrofe ambiental que está prestes  a  acontecer.  Então,  homem  e  máquina  se  unem para  o  bem  da  Terra  e  da  humanidade..."

 

Edson Angelo Muniz

 

 

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Prefácio da acadêmica da Alami,

Neusa Marques Palis.

 

 

 

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       O lançamento deste livro aconteceu no 24 de março de 2011, às 20h, na Biblioteca Municipal Senador Camilo Chaves, Ituiutaba, MG, que ficou pequena para tantos amigos e parentes do autor, Edson Angelo Muniz, que neste dia completou 55 anos de vida.

 

Estas foram as palavras do autor na noite de lançamento:

 

Boa-noite a todos!
 

O começo de tudo é a vida, portanto, agradeço a Deus pelo dom inestimável da minha vida, e aos meus pais, in memoriam, Dorcina Muniz de Oliveira e João Angelo de Oliveira, o Neinho, anjos que Deus escolheu para me trazerem à luz, me criarem com muito amor, me ensinarem a viver e a ser feliz!

E hoje eu estou muito feliz. Feliz por completar mais um ano de vida. Feliz por apresentar a vocês e à minha terra natal “O robô de bom coração”.

Feliz por ver cada um de vocês aqui, nesta noite tão importante para mim. Muito obrigado por terem vindo, pelo carinho e pelo apoio.

Como hoje é o meu aniversário, decidi unir o lançamento do “Robô” a este dia, para marcar os meus 55 anos, durante os quais vivi momentos de perigo, momentos de extrema alegria, momentos de tristeza, e realizei muitos ideais... Já fiz de tudo um pouco.

Escrever o “Robô” foi uma experiência nova, porque tive que me desviar das histórias verídicas, dos acontecimentos de família que registrei no livro “Família Muniz”, e que estou registrando no livro “Família Angelo”, e me enveredar pelos caminhos da ficção. Ao ler este livro, vocês hão de se perguntar: “Onde foi que o Edson buscou essa história mirabolante?”

Todos nós temos a capacidade de escrever histórias. A vida de cada um é um livro aberto e inacabado, onde nós mesmos, nossos parentes, nossos amigos, nossos desafetos, e até mesmo pessoas desconhecidas, a cada minuto, vamos escrevendo linhas e, às vezes, molhando as folhas deste grande livro com lágrimas de alegria, de tristeza, de saudade... Numa mudança contínua e interminável.

Essa história imaginária teve como ponto de partida uma madrugada, nos começos de 2007. Acordei, num sobressalto, todo suado e desesperado, por causa de um sonho que eu tive. Para não me esquecer do sonho, fui para a sala, e coloquei num papel o que eu havia sonhado...

Sonhei que eu e a Helice, com alguns amigos, estávamos em cima de um morro, no Bairro Progresso, perto daqueles armazéns da antiga CASEMG. O Edson Neto, que sempre foi agarrado conosco, não estava lá. Do alto do morro, olhei para o centro da cidade e vi a Igreja Matriz de São José, com as suas torres imponentes, uma de cada lado da entrada principal que era voltada para o nosso Bairro Progresso.

De repente, no alto da Vila Platina, formou-se um ciclone, que foi crescendo, crescendo, e veio em nossa direção. O ciclone partiu a Igreja ao meio, desceu pela Avenida 7, arrasando com tudo, e subiu rumo à Escola Clóvis Salgado. Quando eu pressenti que aquele vendaval destruiria a escola e passaria lá em casa, saí correndo feito um louco naquela direção, porque o Edson Neto estava lá. Cheguei atrasado: o ciclone havia levado a nossa casa, ficando só o terreno limpo. Então, saí correndo atrás do ciclone, gritando pelo Edson Neto...

Foi nesta hora que eu acordei, quase chorando. Corri, desta vez ao quarto do Edson Neto onde ele estava dormindo como um anjinho... Que alívio!...

Com base neste sonho, que hoje eu interpreto como uma inspiração divina, escrevi uma crônica, que foi publicada nos jornais, com o título “O ciclone”, e depois, a partir dela, escrevi um conto, de quatro páginas.

Para escrever o conto, ao qual dei o nome de “Cetro”, aumentei alguns pontos na história do sonho: eu inventei que quando o ciclone passou, levando tudo que estava em seu caminho, deixou a descoberto, no terreiro de nossa casa, uma entrada secreta, que me levou a um mundo desconhecido...

Sou suspeito de falar, mas eu me apaixonei por esta ficção, assim como espero que vocês também se apaixonem por ela. Leiam “O robô de bom coração” e descubram esse mundo desconhecido...

Trabalhei nesta história durante quatro anos, escrevendo, digitando, revisando, e a cada leitura, aconteciam mudanças, correções e acréscimos.

E uma nova prova era impressa. Novas mudanças, mais correções... A última prova, impressa no mês passado, foi a de número quinze. Se eu não lançasse o livro agora, com certeza haveria outras...

O título do livro também mudou várias vezes: do original, “Cetro”, passou a “Planeta Cetro”, depois “O robô cetroniano”, pensei em “O robô de coração”, “O robô de coração de ferro” e, finalmente, “O robô de bom coração”...

Alguns de meus amigos colaboraram comigo neste trabalho. Eu peço licença a vocês para nomear e agradecer a alguns deles.

O primeiro, aquele que me impulsionou a escrever este livro, foi o nosso conterrâneo Luiz Vilela, um dos maiores escritores vivos do Brasil. Ele tem uma obra literária extraordinária, uma mente privilegiada e um olhar arguto, pois consegue enxergar os pequeninos detalhes de uma linha escrita, detectar até os menores erros em um texto e dizer se o seu conteúdo tem algum valor literário.

Modéstia à parte, o Luiz Vilela fez para mim o que ele raramente faz para os outros: ler e avaliar uma obra literária inédita.

Ele leu o meu conto e disse que eu devia fazer algumas correções e alterações. Eu fiz.

Ele tornou a ler o conto e então disse que havia nele um potencial para algo de tamanho maior, talvez um livro; porque eu não tentava escrevê-lo?

Eu tentei e aqui está o livro, em minha mão e na mão de vocês. Literalmente, fruto de um sonho que se transformou em uma realidade, apesar de ser uma ficção...

Deixo aqui registrado o meu agradecimento pela importante participação do meu amigo, do meu Mestre, Luiz Vilela, neste meu primeiro livro de ficção.

Depois que transformei aquelas quatro páginas em oitenta páginas de livro, que eu classifiquei como infantojuvenil — mas que pode ser lido por todas as idades —, pensei em ilustrá-lo, para que despertasse mais interesse nos leitores. Então enviei um e-mail para o Edgar Franco, meu amigo, e colega na ALAMI, convidando-o a fazer as ilustrações e a capa do meu livro. Ele topou. E vocês verão porque ele recebeu da ALAMI o troféu de Artista Multimídia. Obrigado, Edgar, seu toque artístico me encantou e enriqueceu sobremaneira esta minha história.

Convidei, depois, para escrever o prefácio do livro, a Neusa Marques Palis, também colega de academia. E vocês puderam conferir suas palavras dirigidas a mim e à minha obra, quando ela fez a apresentação hoje; e poderão ler depois, no livro, a sua belíssima Apresentação. Obrigado, por tudo, minha amiga Neusa, seu toque feminino deu mais graça ao robô de bom coração.

Agradeço aos meus amigos Élito Braz de Melo e Paulo Siqueira da Silva, pelas dicas de pescador que me deram, que utilizei em um dos capítulos deste livro.

Agradeço também à minha irmã Ednair Ângela Muniz, que sempre me ajudava quando fazíamos o primário, na Escola Rotary, na Capelinha da Vila Platina e no Educandário Ituiutabano, e me defendia dos colegas brigões. E agora, neste meu livro, ela fez uma leitura crítica, revisou e me deu várias sugestões para melhorá-lo. Te devo mais uma, mana!

Agradeço à equipe da Egil, meus amigos, que colocaram o seu profissionalismo e o seu carinho na impressão, acabamento, acompanhamento e divulgação desta minha obra, assim como em todos os outros livros que passam por suas mãos.

Agradeço aos proprietários da EGIL — Editora Gráfica Ituiutaba Ltda. —, a Dona Zaida, o Alfredo e a Madalena, da família Ribeiro-Cintra, pelo apoio na edição deste livro, o que facilitou sobremaneira para que eu pudesse publicar este livro.

Agradeço a todos os veículos de comunicação que divulgaram o nome e o lançamento do meu livro: Rádio Cancella AM; Rádio Difusora AM; Rádio Difusora FM; Rádio Novo Horizonte FM, de Gurinhatã; TV Integração; à TV Vitoriosa; Jornal Gazeta do Pontal; Jornal Hoje; Jornal do Pontal; e ao meu amigo Hairton Dias, que foi meu Assessor de Imprensa nesta divulgação.

E agradeço também, indistintamente, a todos aqueles que colaboraram para a realização deste lançamento, fazendo com que o dia de hoje se transformasse neste momento ímpar para mim.

Agradeço ao Enio Eustaquio Ferreira, presidente da ALAMI, e a todos os meus amigos e colegas acadêmicos, que tanto têm me incentivado, com atos e palavras.

À equipe da Biblioteca Municipal Senador Camilo Chaves, agradeço em nome de sua diretora, Genesi Fátima de Paiva.

Agradeço à minha querida prima Dalva Muniz, pelo empenho na distribuição dos convites para este evento e na organização deste cerimonial. E agradeço à cerimonialista, Adelaide Pajuaba. Ambas minhas amigas e colegas da ALAMI.

Agradeço à minha prima, Ione Marta, que sempre colabora comigo e com os demais colegas da ALAMI, revisando nossos textos, por ter me apresentado com tanto carinho.

Bom. Já falei demais. Para encerrar, agradeço à minha esposa, Helice Aparecida, às minhas filhas, Aline e Elisangela, ao meu filho-neto, Edson Angelo Muniz Vieira, o Edson Neto, e aos meus irmãos: Ednair, Edilson e Ednazir, pelas suas presenças e por me ajudarem a escrever muitos parágrafos no livro da minha vida... Beijos a todos vocês.

Obrigado, mais uma vez, pela presença dos meus amigos e de todos os meus parentes. Faço minhas as palavras do Erik, o personagem do livro: “Ter amigos é muito importante. A amizade entre os seres vivos, de qualquer espécie, é essencial para que a paz perdure e a vida seja mais feliz em qualquer planeta do Universo.”

Só me resta dizer: PORTONUM FINODUM.
 


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"O robô de bom coração"

 

 

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