Apresentação do livro

 

 

da escritora tijucana Ednair Ângela Muniz

 

 

Miryam Stellita é uma menina de sonho, um sonho de menina; e ela nasceu de um sonho de mulher.

É uma menina-flor, uma flor-menina.

Não, amiga(o), ela não é um Miosótis, considerada a flor de Nossa Senhora. É uma flor serrana, a Flor do Manacá.

Pode ser associada ao Miosótis pela cor e pela textura, pois a Flor do Manacá varia do branco ao azul e é suavíssima ao toque.

Eu a aconselharia a plantar um pé de Manacá em seu jardim, pois ela atrai e distribui fluidos positivos, pensamentos positivos e de prazer advindos de seu penetrante perfume; e o mais valioso dom desta planta, é que ela é medicinal: é anti-sifilítico, anti-reumático, diurético, emenagogo, purgativo. Em dose elevada é venenoso, dando coceira na pele, vômito, febre, letargia, etc.

Parte usada: raiz, em decocção (cozimento).

Dose: 10 a 12 gramas para 1 litro de água; duas xícaras de chá por dia"(1).

Miryam é uma garota sortuda. Tem por madrinha Nossa Senhora da Aparecida, ou, se você prefere um outro dos tantos cognomes dados à Mãe de Jesus, Virgem de Guadalupe.

Peço-lhe paciência e argúcia, amiga(o): leia-me, e conheça uma, ou melhor, duas garotas especiais.

 

A Autora.
 

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(1) Prof. Alfons Balbach, in A flora Nacional na Medicina Doméstica, vol. II, pág. 707.

 

 

Clique aqui e leia o texto de Públio Chaves, impresso na primeira orelha.