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Mensagens recebidas por


 

 

Edson Angelo Muniz

 

 

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Boa noite, Edson!

 

Navegando aleatoriamente na internet, encontrei o seu site... Que surpresa! Passei horas e horas ali... Lendo, procurando... Parabenizo-o pela bela iniciativa em reunir num site a Família Muniz! Entretanto, confesso que fiquei decepcionada (desculpe-me, já vi que o site está em construção) em não encontrar o nome da vovó Dolorita Cândida Muniz, mãe de Ornélio João Divino (João da Tia — meu pai), Orlando Francisco da Costa, Joana Francisca Muniz, Francisco Pedro Neto... Meu pai sempre falava na Tia Fiíca (e eu a conheci... Ela foi à nossa casa, em Santa Vitória).

Passei o site para vários parentes!

Parabéns pelo livro...

Abraços fraternos!
 
         
Roziner Guimarães.

 

28.3.2012

 

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Primo Edson, li a sua crônica. *

 

Realmente, pessoas mesquinhas, medíocres, invejosas, frustradas, mal amadas, sempre existiram e sempre existirão. Na reta final de suas vidas, normalmente, estão sujeitas ao abandono, solidão e de terríveis pesadelos.

É bom ser bom. É bom estar voltado para o bem, poder caminhar com dignidade e a consciência tranquila, e, o melhor: ficar em paz!

Certamente o jornal, com sua saída e sem sua participação, ficou pobre. Pior para os leitores.

Acho absurdo, não concordo que Ituiutaba ainda tenha donos. Não dá pra imaginar que uma pessoa consiga impor  medidas  a um veículo de comunicação apenas porque alguém expôs uma opinião diferente da sua.

 

Abraços.

 

Nelson.

 

19.6.2012

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A crônica mencionada é  "Desabafo". Clique no título para lê-la.
 


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Comentário sobre o site e

o poema "Povo do Barreiro"

 

 

Oi, Edson!...

 

Meu nome é Ludmila Muniz Tavares.

Eu vi o seu site, e estou encantada com a história da família. Talvez tenhamos algum parentesco, bem distante, já que eu também tenho o sobrenome Muniz, que carrega tanta história e cultura.

Estou encantada também com a história da sua infância, e com os seus contos e poemas.

Eu me identifiquei com o poema “Povo do Barreiro”, e lembro-me dos tempos em que tudo era tão mais simples, e éramos felizes com pequenos detalhes, que hoje todos acham insignificantes.

Esta sua história me fez lembrar o quanto era gostoso tomar banho no cano furado, subir nas árvores para pegar mangas e amoras, e me fez lembrar também daquela pobreza absurda e da felicidade intensa e prazerosa pelos pequenos momentos, que eram tão curtos, mas eram inesquecíveis.

Sempre espero o final do ano para eu voltar lá, onde eu vivi, para ver minha família e meus amigos, porque, como você disse neste poema: "Podem passar cinquenta, cem, duzentos anos, que esse povo será sempre lembrado."
 

 

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Família Muniz — Tronco do Triângulo Mineiro  

 

 

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O robô de bom coração  


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